14 de dezembro de 2009

Confie em mim (ou não?)

Estava eu comprando um livro que foi indicado por uma vendedora em uma livraria em Floripa. Já o tinha visto antes, mas nunca dei a devida atenção a ele, por parecer um livro de auto-ajuda, e como não curto muito, deixei de lado.
Então, cheguei na minha grande cidade de Videira e peguei o livro para começar a ler, comecei e terminei, em questão de poucos dias, tão bom era ele.
O assunto é exatamente o que vem acontecendo hoje em dia, fala sobre um filho que se torna estranho depois do suicídio do amigo, e os pais começam a controlar a vida do garoto, acham que ele mudou, se tornou apenas um menininho rebelde que quer fazer mal a todos, mas eles mal esperavam que o menino estava envolvido na morte do melhor amigo e que estava tentando resolver um problema no qual ele e seu amigo tinham se metido, nada de menino rebelde nem nada, e sim um menino consciente de seus atos, tentando ajudar algumas outras pessoas.
O problema talvez tenha sido a invasão na privacidade do garoto, se os pais não tivessem se envolvido talvez o problema fosse cem vezes menos.
Mas ai entra o dilema, acreditar ou não em seus filhos? Dar liberdade a eles, ou não? Nos dias de hoje, eles podem se tornar criminosos, assassinos, se eu não cuidar e não proteger?
Então eu digo, se eles se tornarão criminosos, ladrões, assassinos, eu não sei, apenas sei que o caráter está formado, não adianta tentar mudar a personalidade da pessoa depois de crescida, uma vez formada, nada muda, então, nada adianta dar proteção, se ele não saberá usá-la e aproveitada, de nada adianta também, controlar e invadir a vida do filho, não digo que não deve dar limites, isso sim , mas uma vez que você o educou direito, vai colher bons ou maus frutos.

Um comentário:

Thaíse L. disse...

fiquei super curiosa, quero ler esse livro tbm!
bjus